Sem motoristas, robotáxis da Waymo sofrem com passageiros deixando fezes e até cabeças de porco.
Puke And Poop Are Just Part Of The Nightmare For Waymo's Fleet HandlersSem a presença de um motorista humano para inibir maus comportamentos, a frota de carros autônomos da Waymo virou alvo de passageiros que deixam fezes, vômito e lixo no banco de trás, exigindo limpeza constante de trabalhadores terceirizados. A tensão estrutural aqui é o grande paradoxo da automação em espaços compartilhados: remover a fricção social do 'olhar humano' liberta o comportamento selvagem do consumidor, provando que a tecnologia não eliminou a sujeira, apenas a escondeu nos bastidores. Isso destrava portas para marcas de mobilidade ou serviços reposicionarem a presença humana não como custo obsoleto, mas como artigo de luxo e controle de qualidade, ou para marcas de proteção testarem seus produtos no ambiente mais hostil que existe: um carro sem supervisão humana.