11% dos britânicos assistiram à final da Champions League por transmissões piratas após bloqueio em canais abertos
One in nine Britons who watched the UEFA Champions League final did so via an illegal streamA restrição da final da Champions a canais pagos fez 11% dos espectadores recorrerem a feeds ilegais, sendo 37% via IPTV ou Firesticks adaptados. A tensão entre o encarecimento dos direitos de transmissão esportiva e a recusa do torcedor em ficar de fora gera uma audiência 'sombra' hiperconectada e aberta a gambiarras tecnológicas. Essa brecha permite que marcas operem dentro dos próprios canais de pirataria, criem programas de anistia para troca de hardware ilícito ou sincronizem ofertas com o atraso do sinal pirata.
articulações possíveis
- provedor de internet → oferece troca de Firesticks modificados por um ano de assinatura oficial de esportes sem custo
- marca de cerveja → lança o Pirate Pub Finder, um aplicativo para torcedores localizarem bares exibindo feeds alternativos do jogo
- aplicativo de delivery → lança o 'Delay Menu', disparando cupons de desconto exclusivos durante os segundos de atraso do sinal pirata em relação à transmissão oficial